Distinguished guests:

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Vikings!

                                




domingo, 28 de dezembro de 2014

Border Reivers


From Hoka Hey Wargaming ´s superb range of figures, sculpted by the late Jim Bowen and previously sold by Monolith under the Graven images label.
I really enjoyed painting these fine fellows, who now occupy a place of honour in my modest collection. 
Special thanks to Alan Rudd, Overlord of Hoka Hey Wargaming and Extraordinary Gentleman :D

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Join the Archers, they said... travel the world, they said...

Apesar do seu reduzido número - c. 200-300 - os arqueiros ingleses presentes em Aljubarrota desempenharam um papel decisivo: quebraram o ímpeto da carga de cavalaria pesada Francesa que deu início à batalha, anulando-o; e castigaram o subsequente avanço da infantaria Castelhana ( na qual se incluiam Portugueses leais ao Rei de Castela) com uma pesada chuva de flechas, causando elevadas baixas.


            
                                             "Setting up the defense is a dirty job....


                                     but somebody´s got to do it....
   


                                                 .... maybe I´ll just stay here in the back, looking busy...


                                 ... cheer up, lads, I´m a 100% behind you!"
                                    
In spite of their small numbers - c. 200-300 - the English archers at Aljubarrota played a decisive role:  they broke the momentum of the French heavy cavalry charge, nullifying it; and punished the following advance of the Castillian Infantry (which included Portuguese, loyal to the King of Castille) with a heavy rain of arrows, causing a tremendous number of casualties.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Pedro González de Mendoza, "El de Aljubarrota"


Pedro González de Mendoza, Senhor de Hita e Buitrago foi um dos mais corajosos e notáveis nobres ao serviço de Juan I de Castela.   
Militar e poeta, foi denominado "o herói de Aljubarrota", por ter dado o seu cavalo ao seu Rei, permitindo-lhe escapar do campo de batalha durante a debandada das tropas castelhanas.  
Morreu combatendo, a pé, as tropas portuguesas. 
O seu galante gesto foi imortalizado na pintura de Mariano Salvador Maella, que hoje pode ser vista em Madrid, no Museu do Prado.



Pedro Gonzalez de Mendoza, Lord of Hita and Buitrago was one of the bravest and most notable nobleman at Juan I of Castile service. 
A soldier and a poet, he was called "the hero of Aljubarrota " for giving his horse to his King, allowing him to flee the battlefield during the debacle of Castilian troops. 
He remained, fighting on foot, and was killed by the Portuguese troops. 
His gallant gesture was immortalized in Mariano Salvador Maella painting, which today can be seen in Madrid , the Prado Museum .

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Aljubarrota - Animatics


Aqui / Here 

Aljubarrota - Storyboard

Storyboard e desenhos de produção para a projecção de um filme em grande écran (ratio 3/1)na Fundação Batalha de Aljubarrota(FBA) em Portugal. 
Resultando do intenso trabalho de equipa do produtor e designer de conteúdos Johan Schelfhout, Maverick ICS, este storyboard foi inicialmente utilizado para promover a exposição da Fundação Batalha de Aljubarrota mas revelou-se também uma ferramenta muito útil para auxiliar a escrever a própria adaptação em sequências.

                         mais informação aqui




Storyboard and production drawings for a film projection on large screen (ratio 3/1) for Fundação Batalha de Aljubarrota (FBA), the Aljubarrota Battle Interpretation Centre (CIBA) in Portugal. The result of extended teamwork with producer & content designer Johan Schelfhout, Maverick ICS, this storyboard was initially used as a visual screenplay to pitch the show to Fundação Batalha de Aljubarrota but also proved a very good tool to help write the adaptation itself in sequences.


                            more info here

Aljubarrota - Trailer





A Batalha de Aljubarrota num minuto: aqui
The Battle of Aljubarrota in one minute: here

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Aljubarrota - Centro de Interpretação - Interpretation Centre

        


         
        O Centro de Interpretação foi desenhado para permitir uma relação cada vez maior com a paisagem circundante, que se pretende progressivamente recuperada e tanto quanto possível próxima da existente em 1385.
        Deste modo, os visitantes têm a possibilidade de percorrer o campo da Batalha de Aljubarrota e de conhecer os factos mais importantes.
        Estes pontos incluem os locais onde se encontravam inicialmente o exército português e o exército franco-castelhano; o local onde se posicionou Nuno Álvares Pereira, D. João I, os arqueiros ingleses e a Ala dos Namorados; a posição dos trons (bombardas) utilizados pelo exército castelhano, da cavalaria castelhana, do Rei Don Juan I, etc.
        Inserido neste conjunto patrimonial requalificado, encontra-se ainda a Capela de São Jorge, mandada construir por Nuno Álvares Pereira em 1393.

                                                          - Toda a informação aqui

      The  Interpretation Centre was designed to promote a closer relationship with the surrounding landscape, and the goal is to progressively reclaim this landscape and to ensure that it resembles the landscape of 1385 as closely as possible.
      Therefore visitors have the opportunity to explore the Battle of Aljubarrota battlefield and learn about the most important facts.
      These  main  landmarks  include  the  locations  where  the  Portuguese  army and the Franco/Castilian army were initially located; the place where Nuno Álvares Pereira, D. João I, the English archers and the ‘Ala dos Namorados’ (the name given to the right flank of the Portuguese army during the battle) were positioned; the position of the bombards used by the Castilian army, of the Castilian cavalry, of king D. Juan I etc.              
        Within this regenerated historic site we can still admire the Chapel of S. Jorge, commissioned by Nuno Álvares Pereira in 1393.

                                                                    - See more here      





Nuno Álvares Pereira



                                   
                             


         De acordo com os cronistas carmelitas, D. Nuno Álvares Pereira tinha o rosto longo e branco, o nariz afilado, olhos pequenos e vivos, sobrancelhas arqueadas, rugas na testa, uma boca pequena, cabelo e barba ruivos, sendo esta pouco densa e caída.  
         A "Crónica do Condestável" escrita c. 1440 e impressa em 1526, apresenta D. Nuno Álvares Pereira usando uma cota de armas que ostenta o brasão de armas da família Pereira, e armadura branca. A cota de armas (uma veste de pano solto com a heráldica de quem a envergava) e a "armadura branca" eram comuns na época em que a "Crónica" foi escrita - séc. XV.
        No entanto, em 1385 as placas sabiamente articuladas deste tipo de armadura ainda levariam décadas para aparecer na sua forma completa e perfeita. 
        Na verdade, o cronista Fernão Lopes - autor, entre outras, da "Crónica de D. João I" afirma claramente nesta obra que, em Aljubarrota, nem o Condestável, nem os outros nobres usavam cotas de armas; D. Nuno usava uma jaqueta verde bordada com rosas sobre cota de malha e peitoral, braçais, arnez de pernas e guantes. 
          O próprio Rei D. João usava um loudel ornamentado, "semeado de rodas de ramos e em meio outras rodas e escudos de S. Jorge".
          A jaqueta era apertada e acolchoada - especialmente na região do peito - e chegava abaixo dos quadris, cobrindo quase inteiramente a cota de malha. 
          Quanto à proteção de cabeça usada pelo Condestável, Fernão Lopes diz-nos na sua Crónica que pouco antes da batalha de Atoleiros ( que teve lugar em 6 de abril de 1384)  Nuno Álvares colocou um bacinete sem viseira.
          O fresco do  Palácio da Justiça de Fronteira, que representa a batalha de Atoleiros - pintado por Martins Barata , em 1966 - exibe uma das imagens mais interessantes do nosso herói nacional.

                               


                                                                                Detalhe do fresco de Martins Barata


    According to the Carmelite chroniclers, D. Nuno Alvares Pereira´s  face was “long and white”, he had “ a sharp nose , small and lively eyes , arched eyebrows , wrinkles on the forehead , a small mouth , red hair and beard, which is sparse and fallen” .
      The “Crónica do Condestável” (Constable´s Chronicle”) written circa 1440 and first printed in 1526, presents D. Nuno Álvares Pereira wearing a tabard bearing the Coat of arms of the Pereira family, and white armor.  
     Those were common by the time the “Crónica” was printed; however, the white armour’s  wisely articulated plates would still take decades to appear in its complete and perfect form.
      In fact, the chronicler Fernão Lopes, author, among others, of the “Crónica de D. João I” states clearly that, at Aljubarrota,  neither the Constable nor the other noblemen wore coats of arms on their garments; the Constable wore a green jupon embroidered with roses over chain mail and  breastplate; he also wore  arms and legs armour, and gauntlets.  
      King D. João himself wore a “loudel " ornamented with wheeled branches and shields with St. George´s cross.
     The jupon was tight and padded - especially in the chest area - and reached below the hips, covering almost enterily the chain mail.
          Regarding the head protection worn by the Constable, Fernão Lopes tells us that,  just before the battle of Atoleiros (6 April 1384) took place,  Nuno Álvares put his “open faced bassinet” on.


     The Fronteira Courthouse fresco, depicting the battle of Atoleiros - painted by Martins Barata in 1966 - shows us one of the most interesting images of our national hero. 

                

sábado, 13 de dezembro de 2014

Aljubarrota - 28mm

O meu projecto de estimação: Aljubarrota em miniaturas de 28mm. "Black Tree Design", na maioria.
My pet project: Aljubarrota in 28mm figs. Mostly Black Tree Design.







sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

“A BATALHA”– "The Battle" - by Pedro Massano



                   A Batalha de Aljubarrota, descrita por um dos mais prestigiados autores Portugueses de banda desenhada.
                   The Battle of Aljubarrota, depicted by one of the most prestigious Portuguese comic book illustrators.


           Massano baseou o seu trabalho nas fontes históricas da época - Jean Froissart, Castañeda, Don Juan I ( Rei de Castela) e especialmente na "Crónica de D. João I", de Fernão Lopes.

           Massano based his work on the historical sources of the epoch - Jean Froissart, Castañeda, Don Juan I ( King of Castille) and especially the "Chronicle of D. João I", by Fernão Lopes.

      

O Dia de Aljubarrota - The Day of Aljubarrota




      A Batalha de Aljubarrota decorreu no final da tarde de 14 de agosto de 1385 entre tropas portuguesas com aliados ingleses, comandadas por D. João I de Portugal e o seu condestável D. Nuno Álvares Pereira, e o exército castelhano e seus aliados liderados por D. João I de Castela. A batalha deu-se no campo de São Jorge, pertencente à freguesia de Calvaria de Cima, concelho de Porto de Mós, nas imediações da vila de Aljubarrota, entre o referido concelho e Alcobaça .
        O resultado foi uma derrota definitiva dos castelhanos, o fim da crise de 1383-1385 e a consolidação de D. João I, Mestre de Avis, como rei de Portugal, o primeiro da Dinastia de Avis. A aliança Luso-Britânica saiu reforçada desta batalha e seria selada um ano depois, com a assinatura do Tratado de Windsor e o casamento do rei D. João I com D. Filipa de Lencastre. Como agradecimento pela vitória na Batalha de Aljubarrota, D. João I mandou edificar o Mosteiro da Batalha. A paz com Castela só viria a estabelecer-se em 1411 com o Tratado de Ayllón, ratificado em 1423.
        A Batalha de Aljubarrota foi uma das raras grandes batalhas campais da Idade Média entre dois exércitos régios e um dos acontecimentos mais decisivos da história de Portugal. Inovou a táctica militar, permitindo que homens de armas apeados fossem capazes de vencer uma poderosa cavalaria. No campo diplomático, permitiu a aliança entre Portugal e a Inglaterra, que perdura até hoje. No aspecto político, resolveu a disputa que dividia o Reino de Portugal do Reino de Castela e Leão, permitindo a afirmação de Portugal como Reino Independente, abrindo caminho sob a Dinastia de Avis para uma das épocas mais marcantes da história de Portugal, a era dos Descobrimentos.

            Fonte: Wikipédia - mais informação aqui, com imagens e esquemas exemplificativos; e uma descrição muito completa, em formato pdf, aqui .

              "The Battle of Aljubarrota (Portuguese pronunciation: [aɫʒuβɐˈʁotɐ]) was a battle fought between the Kingdom of Portugal and the Crown of Castile on 14 August 1385. Forces commanded by King John I of Portugal and his general Nuno Álvares Pereira, with the support of English allies, opposed the army of King John I of Castile with its Aragonese, Italian and French allies at São Jorge place, between the towns of Leiria and Alcobaça, in central Portugal. The result was a decisive victory for the Portuguese, ruling out Castilian ambitions to the Portuguese throne, ending the 1383–85 Crisis and assuring John as King of Portugal.

         Portuguese independence was confirmed and a new dynasty, the House of Aviz, was established. Scattered border confrontations with Castilian troops would persist until the death of John I of Castile in 1390, but these posed no real threat to the new dynasty. To celebrate his victory and acknowledge divine help, John I of Portugal ordered the construction of the monastery of Santa Maria da Vitória na Batalha and the founding of the town of Batalha (Portuguese for "battle", Portuguese pronunciation: [bɐˈtaʎɐ]). The king, his wife Philippa of Lancaster, and several of his sons are buried in this monastery, today a UNESCO World Heritage Site."

                                         http://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Aljubarrota

               Imagem: "The Battle of Aljubarrota" -Jean d'Wavrin (Chronique d'Angleterre - British Library)